Baja BP Ultimate Portalegre 500 foi apresentada.
Mitsubishi Racing Lancer é cabeça-de-cartaz
enquanto esse tão esperado dia não chega, vejam este pequeno video...
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
V Encontro Ibérico Land Rover...Sigura-te à Esteva Presente no evento..
Foi num ambiente descontraido e com uma bela paisagem da Serra da Estrela que se realizou no passado mês de Setembro o V Encontro Ibérico Land Rover.
O objectivo da organização do V Land Ibérico era conseguir reunir 1000 Land Rover's, objectivo esse que foi atingido e ultrapassado, pois estavam lá 1009 Land Rover's..
O objectivo da organização do V Land Ibérico era conseguir reunir 1000 Land Rover's, objectivo esse que foi atingido e ultrapassado, pois estavam lá 1009 Land Rover's..
O Sigurate À Estêva esteve representado pelo Sérgio e pelo Luís Carlos ambos com os seus Land Rover Defender 90 TD5, aos quais agradeço a paciência que tiveram para comigo, pois eu ali era um 'outsider'..eh eh..
Mas aqui ficam algumas fotos desses momentos bem passados em Gouveia...
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
PAX RALLY
FINAL ÉPICO DO EUROMILHÕES PAX RALLY
Um capotanço de Carlos Sainz (VW Race Touareg 2) a poucos quilómetros do fim da última especial do Euromilhões PAX Rally foi decisivo para a vitória quase impossível de Stephane Peterhansel (Mitsubishi Pajero Evo) na prova portuguesa do Dakar Series. O piloto espanhol partiu para o último dia de prova – com um SS de 68 km - com apenas 31 segundos de vantagem sobre o francês, uma diferença curta, mas que “El matador” tinha condições de gerir e desta forma repetir o triunfo alcançado no Rali Europa Central. E Sainz ficou ainda mais perto da vitória, quando um incêndio florestal causado por um cabo de alta tensão, que partiu, fez com que o SS fosse neutralizado no CP1, km 31. Depois dos bombeiros resolverem o problema, o colégio de comissários ordenou o recomeço do rali a partir daquele ponto. Todos os concorrentes que ainda se encontravam na partida fizeram o percurso em marcha lenta até ao CP1. A especial ficou assim reduzida a uns escassos 37 quilómetros. Ora, isto significava que Peterhansel tinha de ganhar praticamente 1 segundo por quilómetro a Sainz, especialista neste tipo de traçado, quase ao estilo WRC. Por esta altura, a vitória parecia entregue e o próprio francês, como admitiu no final, nem tentou atacar forte. Mas a sorte bateu-lhe à porta quando Sainz capotou, acabando Peterhansel por recuperar os 31 segundos e ainda ficar mais 16 à frente de Sainz. No final, ambos os pilotos ficaram em amena conversa na linha de chegada enquanto os resultados estavam a ser verificados. Foram momentos de emoção e ansiedade, mas também salpicados com muito humor e fair-play por parte dos pilotos.
O SS foi ganho pelo piloto do Qatar, Nasser Al-Attiyah (BMW M3), quinto à geral, que conseguiu, pela primeira vez, colocar a marca de Munique no topo da tabela dos tempos de um SS, onde até então pontificavam a VW e a Mitsubishi.
O pódio à geral ficou fechado com o segundo Mitsubishi, conduzido por Luc Alphand, que conseguiu o mesmo resultado na etapa. Já Filipe Campos (BMW M3) cumpriu o seu objectivo, ser o melhor piloto nacional, em sétimo da geral, e o único português a integrar o “top ten”, já que Pedro Grancha (Nissan Navara Off Road) desistiu nos últimos 30 km, perdendo o oitavo lugar que parecia ser seu.
Em motos, que cumpriram a totalidade da especial prevista (68 km) Ruben Faria (Honda CRF 450) confirmou de forma categórica a sua vitória no PAX Rally, sendo de novo o mais rápido hoje, deixando o primeiro da concorrência a mais de minuto e meio. O motard do Team Lagos acabou a prova com mais de 6 minutos de avanço sobre o favorito à vitória, o francês da KTM, Cyril Depres. Em terceiro ficou outro homem da armada KTM, Marc Coma. A juntar ao sucesso de Ruben Faria, também Hélder Rodrigues (Honda CRF 450) e Paulo Gonçalves (Honda CRF 450) estiveram em evidência ao fecharem o “top five”, impondo-se ao francês David Casteau (KYM LC4 690 Rally). Em 7.º lugar ficou Zé Hélio, vencedor do rali dos Sertões, que já mais habituado aos pisos portugueses, conseguiu hoje ser o segundo mais rápido.
Em quad, vitória surpreendente mas sem discussão de Luís Engeitado. Naquele que foi o seu primeiro rali desta envergadura, a solicitar navegação e ao longo de tantos dias, o piloto da
Suzuki LTR 450 estava longe de ser apontado como um dos favoritos à vitória, mas o desenrolar das etapas tratou de confirmar o seu estatuto de imbatível. De realçar a vitória de Luís Engeitado. O piloto tinha, desde o primeiro dia, uma penalização de 41 minutos, por excesso de velocidades em zonas proibidas, que acabou por neutralizar para vencer de forma clara sobre o francês Hubert Deltrieu (Polaris Outlaw 525 IRS), segundo, e Rui Mendes (Suzuki LTR 450), terceiro.
O PAX Rally chegou ao fim, repleto de emoção e intensa luta até final, tal como desejavam os organizadores desta prova que ostenta a chancela Dakar Series.


Ainda não foi desta... Taréc´s !!!
Um capotanço de Carlos Sainz (VW Race Touareg 2) a poucos quilómetros do fim da última especial do Euromilhões PAX Rally foi decisivo para a vitória quase impossível de Stephane Peterhansel (Mitsubishi Pajero Evo) na prova portuguesa do Dakar Series. O piloto espanhol partiu para o último dia de prova – com um SS de 68 km - com apenas 31 segundos de vantagem sobre o francês, uma diferença curta, mas que “El matador” tinha condições de gerir e desta forma repetir o triunfo alcançado no Rali Europa Central. E Sainz ficou ainda mais perto da vitória, quando um incêndio florestal causado por um cabo de alta tensão, que partiu, fez com que o SS fosse neutralizado no CP1, km 31. Depois dos bombeiros resolverem o problema, o colégio de comissários ordenou o recomeço do rali a partir daquele ponto. Todos os concorrentes que ainda se encontravam na partida fizeram o percurso em marcha lenta até ao CP1. A especial ficou assim reduzida a uns escassos 37 quilómetros. Ora, isto significava que Peterhansel tinha de ganhar praticamente 1 segundo por quilómetro a Sainz, especialista neste tipo de traçado, quase ao estilo WRC. Por esta altura, a vitória parecia entregue e o próprio francês, como admitiu no final, nem tentou atacar forte. Mas a sorte bateu-lhe à porta quando Sainz capotou, acabando Peterhansel por recuperar os 31 segundos e ainda ficar mais 16 à frente de Sainz. No final, ambos os pilotos ficaram em amena conversa na linha de chegada enquanto os resultados estavam a ser verificados. Foram momentos de emoção e ansiedade, mas também salpicados com muito humor e fair-play por parte dos pilotos.
O SS foi ganho pelo piloto do Qatar, Nasser Al-Attiyah (BMW M3), quinto à geral, que conseguiu, pela primeira vez, colocar a marca de Munique no topo da tabela dos tempos de um SS, onde até então pontificavam a VW e a Mitsubishi.
O pódio à geral ficou fechado com o segundo Mitsubishi, conduzido por Luc Alphand, que conseguiu o mesmo resultado na etapa. Já Filipe Campos (BMW M3) cumpriu o seu objectivo, ser o melhor piloto nacional, em sétimo da geral, e o único português a integrar o “top ten”, já que Pedro Grancha (Nissan Navara Off Road) desistiu nos últimos 30 km, perdendo o oitavo lugar que parecia ser seu.
Em motos, que cumpriram a totalidade da especial prevista (68 km) Ruben Faria (Honda CRF 450) confirmou de forma categórica a sua vitória no PAX Rally, sendo de novo o mais rápido hoje, deixando o primeiro da concorrência a mais de minuto e meio. O motard do Team Lagos acabou a prova com mais de 6 minutos de avanço sobre o favorito à vitória, o francês da KTM, Cyril Depres. Em terceiro ficou outro homem da armada KTM, Marc Coma. A juntar ao sucesso de Ruben Faria, também Hélder Rodrigues (Honda CRF 450) e Paulo Gonçalves (Honda CRF 450) estiveram em evidência ao fecharem o “top five”, impondo-se ao francês David Casteau (KYM LC4 690 Rally). Em 7.º lugar ficou Zé Hélio, vencedor do rali dos Sertões, que já mais habituado aos pisos portugueses, conseguiu hoje ser o segundo mais rápido.
Em quad, vitória surpreendente mas sem discussão de Luís Engeitado. Naquele que foi o seu primeiro rali desta envergadura, a solicitar navegação e ao longo de tantos dias, o piloto da
Suzuki LTR 450 estava longe de ser apontado como um dos favoritos à vitória, mas o desenrolar das etapas tratou de confirmar o seu estatuto de imbatível. De realçar a vitória de Luís Engeitado. O piloto tinha, desde o primeiro dia, uma penalização de 41 minutos, por excesso de velocidades em zonas proibidas, que acabou por neutralizar para vencer de forma clara sobre o francês Hubert Deltrieu (Polaris Outlaw 525 IRS), segundo, e Rui Mendes (Suzuki LTR 450), terceiro.
O PAX Rally chegou ao fim, repleto de emoção e intensa luta até final, tal como desejavam os organizadores desta prova que ostenta a chancela Dakar Series.


Ainda não foi desta... Taréc´s !!!
sábado, 13 de setembro de 2008
PAX RALLY
Dakar Series 2008
Está ao rubro a luta pela vitória nos automóveis, na primeira edição do Euromilhões Pax Rally, com os dois primeiros, Carlos Sainz (VW Race Touareg 2) e Stéphane Peterhansel (Mitsubishi Pajero Evo) a partirem para os derradeiros 68 km de competição separados por escassos 31 s.
Sem nada a perder, Stéphane Peterhansel atacou forte ao longo dos quase 200 km do SS e conseguiu colocar-se numa posição que vai obrigar Carlos Sainz a forçar o andamento, amanhã, para defender os 31 s. de vantagem que conseguiu conservar.
Na luta pelo terceiro lugar Luc Alphand (Mitsubishi Pajerro Evo) ganhou 1.41 a Giniel de Villiers (VW Race Touareg 2) e isolou-se no derradeiro lugar do pódio, depois de ter partido de Alcochete em igualdade com o seu adversário.
O dia correu mal a Joan Roma (Mitsubishi Pajero Evo), que perdeu quase 10 minutos no SS, em consequência de ter capotado, o que o fez fazer a segunda parte do SS sem pára-brisas, e desceu para sexto por troca com Nasser Al-Attyiah (BMW X3), enquanto Filipe Campos (BMW X3) mantém o confortável sétimo lugar e é o melhor dos portugueses.

Está ao rubro a luta pela vitória nos automóveis, na primeira edição do Euromilhões Pax Rally, com os dois primeiros, Carlos Sainz (VW Race Touareg 2) e Stéphane Peterhansel (Mitsubishi Pajero Evo) a partirem para os derradeiros 68 km de competição separados por escassos 31 s.
Sem nada a perder, Stéphane Peterhansel atacou forte ao longo dos quase 200 km do SS e conseguiu colocar-se numa posição que vai obrigar Carlos Sainz a forçar o andamento, amanhã, para defender os 31 s. de vantagem que conseguiu conservar.
Na luta pelo terceiro lugar Luc Alphand (Mitsubishi Pajerro Evo) ganhou 1.41 a Giniel de Villiers (VW Race Touareg 2) e isolou-se no derradeiro lugar do pódio, depois de ter partido de Alcochete em igualdade com o seu adversário.
O dia correu mal a Joan Roma (Mitsubishi Pajero Evo), que perdeu quase 10 minutos no SS, em consequência de ter capotado, o que o fez fazer a segunda parte do SS sem pára-brisas, e desceu para sexto por troca com Nasser Al-Attyiah (BMW X3), enquanto Filipe Campos (BMW X3) mantém o confortável sétimo lugar e é o melhor dos portugueses.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008
PAX RALLY
Dakar Series 2008
Como "acerrìmus" defensor da marca dos três diamantes, e adepto do Todo Terreno, fui com alguns amigos ao Pax Rally.
Este ano tive a sorte de ser convidado VIP, que de entre muitas regalias tinha a de poder assistir á chegada dos pilotos, e o "prazer" de comprimentar com um abraço e um grande aperto de mão os que conduzem as máquinas que tantas vezes me fizeram levantar da cama de madrugada ou mesmo passar em claro várias noites nos descampados campos alentejanos.
Ficam algumas fotos desses especiais momentos.
Um muito obrigado ao Quim pelo passe VIP.





Mais em breve
Como "acerrìmus" defensor da marca dos três diamantes, e adepto do Todo Terreno, fui com alguns amigos ao Pax Rally.
Este ano tive a sorte de ser convidado VIP, que de entre muitas regalias tinha a de poder assistir á chegada dos pilotos, e o "prazer" de comprimentar com um abraço e um grande aperto de mão os que conduzem as máquinas que tantas vezes me fizeram levantar da cama de madrugada ou mesmo passar em claro várias noites nos descampados campos alentejanos.
Ficam algumas fotos desses especiais momentos.
Um muito obrigado ao Quim pelo passe VIP.





Mais em breve
terça-feira, 9 de setembro de 2008
PAX RALLY 2008
Dakar Series passa por Portugal
Pax Rally 2008 foi apresentado
Numa colaboração da João Lagos Sports com a Escuderia Castelo Branco nasceu o PAX Rally, prova que irá para a estrada entre os dias 10 a 14 de Setembro, ligando Lisboa a Portimão, e que será composta de cinco dias de competição, e cerca de 1.000 quilómetros de especiais.
Após uma pequena estadia em Lisboa, onde decorrerão as verificações técnicas e local da partida do Rally, a 10 de Setembro os concorrentes terão pela frente cinco dias de competição dura, com cerca de 2000 quilómetros, 1000 dos quais provas especiais de classificação.
As verificações técnicas e administrativas terão lugar no belo cenário do Parque Eduardo VII. Os adeptos portugueses poderão reviver a etapa de 2007 do Dakar, já que a etapa Alcochete-Portimão terá igualmente muita areia, e terão oportunidade de ver a etapa de Alcochete que esteve prevista para o Dakar 2008, durante a terceira tirada da prova.
Calendário do PAX RALLY 2008
9/9 - Verificações técnicas e administrativas
10/9 - 1.ª Etapa: Lisboa-Castelo Branco
11/9 - 2.ª Etapa: Castelo Branco-Benavente
12/9 - 3.ª Etapa: Benavente-Alcochete
13/9 - 4.ª Etapa: Alcochete-Portimão
14/ - 5.ª Etapa: Portimão-Portimão
Pax Rally 2008 foi apresentado
Numa colaboração da João Lagos Sports com a Escuderia Castelo Branco nasceu o PAX Rally, prova que irá para a estrada entre os dias 10 a 14 de Setembro, ligando Lisboa a Portimão, e que será composta de cinco dias de competição, e cerca de 1.000 quilómetros de especiais.
Após uma pequena estadia em Lisboa, onde decorrerão as verificações técnicas e local da partida do Rally, a 10 de Setembro os concorrentes terão pela frente cinco dias de competição dura, com cerca de 2000 quilómetros, 1000 dos quais provas especiais de classificação.
As verificações técnicas e administrativas terão lugar no belo cenário do Parque Eduardo VII. Os adeptos portugueses poderão reviver a etapa de 2007 do Dakar, já que a etapa Alcochete-Portimão terá igualmente muita areia, e terão oportunidade de ver a etapa de Alcochete que esteve prevista para o Dakar 2008, durante a terceira tirada da prova.
Calendário do PAX RALLY 2008
9/9 - Verificações técnicas e administrativas
10/9 - 1.ª Etapa: Lisboa-Castelo Branco
11/9 - 2.ª Etapa: Castelo Branco-Benavente
12/9 - 3.ª Etapa: Benavente-Alcochete
13/9 - 4.ª Etapa: Alcochete-Portimão
14/ - 5.ª Etapa: Portimão-Portimão
domingo, 17 de agosto de 2008
terça-feira, 22 de julho de 2008
sexta-feira, 11 de julho de 2008
domingo, 6 de julho de 2008
sábado, 5 de julho de 2008
Troca-se UMM
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Portugal na rota do TT Internacional

Hubert Auriol virá a Portugal este mês para negociar com o Governo e autoridades locais um possível local de partida para a Africa Race, prova organizada pelo ex-piloto francês.
A Africa Race vai passar por Marrocos, Mauritânia e Senegal, países tradicionalmente atravessados pela caravana do Dakar. A prova terá lugar entre 28 de Dezembro e 11 de Janeiro... em coincidência com o Dakar disputado na América do Sul.
O interesse de várias equipas e pilotos em participar no evento, mais familiar e bem mais próximo de casa que o novo Dakar, levou Auriol a procurar cidades interessadas em receber o evento, depois da partida original ter sido pensada para o sul de França.
A Africa Race vai passar por Marrocos, Mauritânia e Senegal, países tradicionalmente atravessados pela caravana do Dakar. A prova terá lugar entre 28 de Dezembro e 11 de Janeiro... em coincidência com o Dakar disputado na América do Sul.
O interesse de várias equipas e pilotos em participar no evento, mais familiar e bem mais próximo de casa que o novo Dakar, levou Auriol a procurar cidades interessadas em receber o evento, depois da partida original ter sido pensada para o sul de França.
Rali dos Sertoes...Pilotos VW passearam no Brasil

De início ao fim, só deu mesmo Volkswagen. Assinando o melhor tempo em seis das dez etapas, Giniel de Villiers marcou o ritmo desde os primeiros quilómetros, tornando-se no primeiro estrangeiro a vencer a prova sul-americana na categoria automóvel. Mesmo penalizado em 48 minutos, Mark Miller confirmou, sem dificuldade, a dobradinha dos Race Touareg oficiais
Promovido como habitualmente pela Dunas Race, mas desta vez em parceria com os argentinos da OTTA, por força do acordo com os organizadores do Por las Pampas Rally, o maior e mais importante evento de offroad da América Latina teve, este ano, a honra de integrar pela primeira vez o calendário da Taça do Mundo FIA de Todo-o-Terreno, seguindo-se aos ralis da Tunísia e Transibérico, numa promoção que, já se sabe, terá carácter meramente pontual, pois tudo deverá regressar à normalidade já em 2009.
Desportivamente, e face às anunciadas ausências das formações da Mitsubishi e X-Raid, a questão do triunfo cedo se transformou num assunto interno entre os dois representantes da Volkswagen Motorport nomeados para o Brasil: o sul-africano Giniel de Villiers e o seu colega norte-americano Mark Miller. Tendo como principal e mais cotado opositor o polaco Krzystof Holowczyc, numa Nissan Navara do Tem Overdrive, a única dúvida que ainda permanecia à partida era mesmo saber qual dos dois Race Touareg oficiais atingiria em primeiro lugar, na tarde da última sexta-feira, o palanque de chegada situado em Natal, após dez etapas que perfaziam um pouco mais de 2.500 quilómetros cronometrados.
De Villiers para a história
Apenas falhando o pleno de vitórias em etapas devido a uma posterior penalização atribuída a Mark Miller, por atraso na largada para a penúltima especial, os dois homens da Volkswagen não demoraram a confirmar o seu status, a pouco e pouco aumentando o fosso para os seus demais perseguidores, sempre com Giniel de Villiers a impor o ritmo, de tal forma que só ao quinto dia de prova o sul-africano permitiu ao colega de equipa festejar uma primeira vitória em etapas, mesmo assim, por um escasso segundo de diferença...
Daí para a frente, e com a liderança perfeitamente consolidada, De Villiers foi baixando gradualmente o seu ritmo (foi quarto na última tirada, quando até aí nunca tinha baixado de segundo), aproveitando mesmo para testar algumas novas soluções no seu carro, já a pensar no Dakar 2009. Muito por culpa da penalização de 48 minutos imposta a Miller, os dois concluíriam a prova já com uma hora a separá-los, enquanto o terceiro e melhor colocado dos pilotos locais, Reinaldo Varela, ao volante de uma Mitsubishi L200, terminou já a mais de três horas do primeiro.
Promovido como habitualmente pela Dunas Race, mas desta vez em parceria com os argentinos da OTTA, por força do acordo com os organizadores do Por las Pampas Rally, o maior e mais importante evento de offroad da América Latina teve, este ano, a honra de integrar pela primeira vez o calendário da Taça do Mundo FIA de Todo-o-Terreno, seguindo-se aos ralis da Tunísia e Transibérico, numa promoção que, já se sabe, terá carácter meramente pontual, pois tudo deverá regressar à normalidade já em 2009.
Desportivamente, e face às anunciadas ausências das formações da Mitsubishi e X-Raid, a questão do triunfo cedo se transformou num assunto interno entre os dois representantes da Volkswagen Motorport nomeados para o Brasil: o sul-africano Giniel de Villiers e o seu colega norte-americano Mark Miller. Tendo como principal e mais cotado opositor o polaco Krzystof Holowczyc, numa Nissan Navara do Tem Overdrive, a única dúvida que ainda permanecia à partida era mesmo saber qual dos dois Race Touareg oficiais atingiria em primeiro lugar, na tarde da última sexta-feira, o palanque de chegada situado em Natal, após dez etapas que perfaziam um pouco mais de 2.500 quilómetros cronometrados.
De Villiers para a história
Apenas falhando o pleno de vitórias em etapas devido a uma posterior penalização atribuída a Mark Miller, por atraso na largada para a penúltima especial, os dois homens da Volkswagen não demoraram a confirmar o seu status, a pouco e pouco aumentando o fosso para os seus demais perseguidores, sempre com Giniel de Villiers a impor o ritmo, de tal forma que só ao quinto dia de prova o sul-africano permitiu ao colega de equipa festejar uma primeira vitória em etapas, mesmo assim, por um escasso segundo de diferença...
Daí para a frente, e com a liderança perfeitamente consolidada, De Villiers foi baixando gradualmente o seu ritmo (foi quarto na última tirada, quando até aí nunca tinha baixado de segundo), aproveitando mesmo para testar algumas novas soluções no seu carro, já a pensar no Dakar 2009. Muito por culpa da penalização de 48 minutos imposta a Miller, os dois concluíriam a prova já com uma hora a separá-los, enquanto o terceiro e melhor colocado dos pilotos locais, Reinaldo Varela, ao volante de uma Mitsubishi L200, terminou já a mais de três horas do primeiro.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
quarta-feira, 25 de junho de 2008
sexta-feira, 20 de junho de 2008
FIAT Campagnola

O FIAT Campagnola, foi fabricado entre 1951-1973, com inspiração no Jeep Willys e, sua versão revisada, o Nuova Campagnola, baseado no Land Rover inglês, entre 1974-1987.Era rival do Alfa Romeo Matta no mercado italiano, mas rapidamente o superou, por ser mais barato e pelo fato do Matta ter ficado pouco tempo em produção. Assim como muitos outros Jipes, foi utilizado como veículo militar (com a designação ARXX, de Autoveicolo da Ricognizione mais o ano de entrada em serviço) e em algumas competições.Em 1951, um Campagnola de série, concluiu a travessia de Argel até Cidade do Cabo em 11 dias, 4 horas e 54 minutos, um recorde ainda em vigor.
DKW F91 Munga...Ex- Auto Union, actual Audi

Após a Segunda Guerra, a Alemanha Ocidental desenvolvia um projeto para um novo modelo para substituir os Land Rover reproduzidos sob licença pela Tempo durante o Pós-Guerra. Vencedor da concorrência feita pelo Exército Alemão, o DKW MUNGA (sigla para "Mehrzweck UNiversal Geländewagen mit Allradantrieb", Veículo de campo universal multipropósito com tração nas quatro rodas em alemão) se mostrou eficaz e foi escolhido e a produção foi iniciada em 1956 na Alemanha e no Brasil,dois anos depois, através da DKW-VEMAG com o nome de Candango, em homenagem aos trabalhadores que construíram a cidade de Brasília, mas durou até 1962, enquanto a versão alemã durou até 1968. Seu nome no Brasil seria Jipe, mas a Willys-Overland do Brasil já havia registrado o nome, mesmo com grafia diferente do Jeep, mas alguns modelos no início da produção saíram com esse nome, mais tarde mudando para Candango. Em 1960 saia a versão 4X2 dianteira
Volkswagen Iltis

No final da década de 60, o Exército alemão procurava um susbtituto para o DKW MUNGA (o nosso DKW Candango), e isso resultou no projeto Europa Jeep, onde vários países europeus cooperaram para montar um veículo multitarefa 4x4, mas foi descartado por ser caro demais e de difícil desenvolvimento, e a Volkswagen após ter comprado a DKW desenvolveu um modelo baseado no MUNGA, com suspensões melhoradas e um sistema de tração nas quatro rodas que deu origem ao sistema quattro da Audi. Foi fabricado de 1978 até 1988, o VW Iltis teve sucesso como veículo militar e como civil.
CBT Javali..espectáculo..

O CBT Javali foi o segundo carro totalmente criado e desenvolvido no Brasil, o primeiro foi o Gurgel BR-800. Fabricado pela Comanhia Brasileira de Tratores (CBT) , entre 1990 até 1994.Por ser um projeto próprio da fábrica, o carro acabou sendo muito custoso pra CBT e em 1995 ela faliu. O Javali tinha mecânica dos tratores da fábrica e com isso tinha seus defeitos (barulho e fumaça em excesso) e qualidades, como motor turbo diesel próprio (que facilitava em trilhas mais pesadas).
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