terça-feira, 22 de julho de 2008

Boas Férias !!!



Vamos evitar este tipo de coisas, ok.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Próximo Sábado



Um fim de semana bem diferente!!!

Palavras para quê?

domingo, 6 de julho de 2008

É Verão, e, é Domingo !!!




Bom apetite, e bom fim de semana.

sábado, 5 de julho de 2008

Troca-se UMM







Fazia TT esporadicamente, motor reparado, pintura aborrachada, capas dos bancos novinhas, pronto a andar.
Sim, sim trabalha, podemos mostrar no local que o "Bonito" ainda anda.

Troca-se UMM por ...

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Portugal na rota do TT Internacional


Hubert Auriol virá a Portugal este mês para negociar com o Governo e autoridades locais um possível local de partida para a Africa Race, prova organizada pelo ex-piloto francês.

A Africa Race vai passar por Marrocos, Mauritânia e Senegal, países tradicionalmente atravessados pela caravana do Dakar. A prova terá lugar entre 28 de Dezembro e 11 de Janeiro... em coincidência com o Dakar disputado na América do Sul.
O interesse de várias equipas e pilotos em participar no evento, mais familiar e bem mais próximo de casa que o novo Dakar, levou Auriol a procurar cidades interessadas em receber o evento, depois da partida original ter sido pensada para o sul de França.

Rali dos Sertoes...Pilotos VW passearam no Brasil


De início ao fim, só deu mesmo Volkswagen. Assinando o melhor tempo em seis das dez etapas, Giniel de Villiers marcou o ritmo desde os primeiros quilómetros, tornando-se no primeiro estrangeiro a vencer a prova sul-americana na categoria automóvel. Mesmo penalizado em 48 minutos, Mark Miller confirmou, sem dificuldade, a dobradinha dos Race Touareg oficiais
Promovido como habitualmente pela Dunas Race, mas desta vez em parceria com os argentinos da OTTA, por força do acordo com os organizadores do Por las Pampas Rally, o maior e mais importante evento de offroad da América Latina teve, este ano, a honra de integrar pela primeira vez o calendário da Taça do Mundo FIA de Todo-o-Terreno, seguindo-se aos ralis da Tunísia e Transibérico, numa promoção que, já se sabe, terá carácter meramente pontual, pois tudo deverá regressar à normalidade já em 2009.
Desportivamente, e face às anunciadas ausências das formações da Mitsubishi e X-Raid, a questão do triunfo cedo se transformou num assunto interno entre os dois representantes da Volkswagen Motorport nomeados para o Brasil: o sul-africano Giniel de Villiers e o seu colega norte-americano Mark Miller. Tendo como principal e mais cotado opositor o polaco Krzystof Holowczyc, numa Nissan Navara do Tem Overdrive, a única dúvida que ainda permanecia à partida era mesmo saber qual dos dois Race Touareg oficiais atingiria em primeiro lugar, na tarde da última sexta-feira, o palanque de chegada situado em Natal, após dez etapas que perfaziam um pouco mais de 2.500 quilómetros cronometrados.
De Villiers para a história
Apenas falhando o pleno de vitórias em etapas devido a uma posterior penalização atribuída a Mark Miller, por atraso na largada para a penúltima especial, os dois homens da Volkswagen não demoraram a confirmar o seu status, a pouco e pouco aumentando o fosso para os seus demais perseguidores, sempre com Giniel de Villiers a impor o ritmo, de tal forma que só ao quinto dia de prova o sul-africano permitiu ao colega de equipa festejar uma primeira vitória em etapas, mesmo assim, por um escasso segundo de diferença...
Daí para a frente, e com a liderança perfeitamente consolidada, De Villiers foi baixando gradualmente o seu ritmo (foi quarto na última tirada, quando até aí nunca tinha baixado de segundo), aproveitando mesmo para testar algumas novas soluções no seu carro, já a pensar no Dakar 2009. Muito por culpa da penalização de 48 minutos imposta a Miller, os dois concluíriam a prova já com uma hora a separá-los, enquanto o terceiro e melhor colocado dos pilotos locais, Reinaldo Varela, ao volante de uma Mitsubishi L200, terminou já a mais de três horas do primeiro.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Good Stop Ya...!!! Schnapps


Tá-se mesmo a ver que é aguardente

sexta-feira, 20 de junho de 2008

FIAT Campagnola


O FIAT Campagnola, foi fabricado entre 1951-1973, com inspiração no Jeep Willys e, sua versão revisada, o Nuova Campagnola, baseado no Land Rover inglês, entre 1974-1987.Era rival do Alfa Romeo Matta no mercado italiano, mas rapidamente o superou, por ser mais barato e pelo fato do Matta ter ficado pouco tempo em produção. Assim como muitos outros Jipes, foi utilizado como veículo militar (com a designação ARXX, de Autoveicolo da Ricognizione mais o ano de entrada em serviço) e em algumas competições.Em 1951, um Campagnola de série, concluiu a travessia de Argel até Cidade do Cabo em 11 dias, 4 horas e 54 minutos, um recorde ainda em vigor.

DKW F91 Munga...Ex- Auto Union, actual Audi


Após a Segunda Guerra, a Alemanha Ocidental desenvolvia um projeto para um novo modelo para substituir os Land Rover reproduzidos sob licença pela Tempo durante o Pós-Guerra. Vencedor da concorrência feita pelo Exército Alemão, o DKW MUNGA (sigla para "Mehrzweck UNiversal Geländewagen mit Allradantrieb", Veículo de campo universal multipropósito com tração nas quatro rodas em alemão) se mostrou eficaz e foi escolhido e a produção foi iniciada em 1956 na Alemanha e no Brasil,dois anos depois, através da DKW-VEMAG com o nome de Candango, em homenagem aos trabalhadores que construíram a cidade de Brasília, mas durou até 1962, enquanto a versão alemã durou até 1968. Seu nome no Brasil seria Jipe, mas a Willys-Overland do Brasil já havia registrado o nome, mesmo com grafia diferente do Jeep, mas alguns modelos no início da produção saíram com esse nome, mais tarde mudando para Candango. Em 1960 saia a versão 4X2 dianteira

Volkswagen Iltis


No final da década de 60, o Exército alemão procurava um susbtituto para o DKW MUNGA (o nosso DKW Candango), e isso resultou no projeto Europa Jeep, onde vários países europeus cooperaram para montar um veículo multitarefa 4x4, mas foi descartado por ser caro demais e de difícil desenvolvimento, e a Volkswagen após ter comprado a DKW desenvolveu um modelo baseado no MUNGA, com suspensões melhoradas e um sistema de tração nas quatro rodas que deu origem ao sistema quattro da Audi. Foi fabricado de 1978 até 1988, o VW Iltis teve sucesso como veículo militar e como civil.

CBT Javali..espectáculo..


O CBT Javali foi o segundo carro totalmente criado e desenvolvido no Brasil, o primeiro foi o Gurgel BR-800. Fabricado pela Comanhia Brasileira de Tratores (CBT) , entre 1990 até 1994.Por ser um projeto próprio da fábrica, o carro acabou sendo muito custoso pra CBT e em 1995 ela faliu. O Javali tinha mecânica dos tratores da fábrica e com isso tinha seus defeitos (barulho e fumaça em excesso) e qualidades, como motor turbo diesel próprio (que facilitava em trilhas mais pesadas).

Alfa Romeo 1900M/Matta


Nos Anos 50, a Alfa Romeo fez um modelo fora-de-estrada de curta duração, foi fabricado entre 1952 e 1954. Baseado no modelo militar AR51 e o AR52 (Autovettura da Ricognizione, Viatura de Reconhecimento), com mecânica baseada no Alfa Romeo 1900, era o Alfa Romeo 1900M também conhecido como Matta. Teve vida curta, pois, era concorrente do FIAT Campagnola, que com mecânica mais simples, e era mais barato que o modelo da Alfa Romeo. Mesmo tendo uma breve passagem, o Matta conseguiu algumas marcas em competições, como uma vitória na Mille Miglia na classe para veículos militares. E deu orgem ao modelo argentino IKA Bergantin que possuía mecânica do 1900 Berlina mas contava com um motor Willys de 4 e 6 cilindros.A versão militar (AR) teve vida um pouco mais longa, indo de 1951 até 1959 quando foi substituída pelo Campagnola.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Pezinhos de porco de coentrada !!!


Ingredientes:
Para 4 pessoas

10 pezinhos de porco (frescos)
5 cravinhos
2 cebolas
sal
20 dentes de alho (2 cabeças)
1 dl de azeite
2 molhos de coentros
1 colher de sopa de farinha
1/2 dl de vinagre



Confecção:

Chamusque e raspe bem os pezinhos de porco e lave-os em água fria.
Espete os cravinhos nas cebolas.
Leve uma panela ao lume com água abundante, introduza os pezinhos, as cebolas com os cravinhos e um pouco de sal.
Deixe ferver até os pezinhos estarem bem cozidos.
Depois de cozidos, deixe-os arrefecer no caldo e desosse-os aproveitando toda a carne.
Pise os alhos com sal grosso num almofariz.
Deite esta pasta num tacho e com o azeite, que deve cobrir o fundo do tacho.
Mal os alhos comecem a alourar, junte os coentros grosseiramente.
Retire o tacho do calor e adicione a farinha dissolvida no vinagre.
Leve o tacho novamente ao lume para cozer a farinha.
Introduza os pezinhos no molho, assim como parte do caldo em que cozeram.
Rectifique o sal e deixe apurar.
O molho deve ficar um pouco espesso e verde.

*Os pezinhos devem comer-se muito quentes.

*Depois de preparados como se disse, podem juntar-se 2 ou 3 ovos batidos, que se misturam e deixam cozer.
Neste caso, servem-se sobre fatias de pão.

*Os pezinhos de porco são os mais apreciados, mas os de borrego e os de carneiro também contam muitos admiradores.


Muita atenção ao sal...........

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Afinal o que é a esteva?


Conhece a Esteva? Aquele mato de flores brancas tão comum nos nossos campos? Pensava que a Esteva não é mais do que um simples arbusto transitório sem importância? Pensava? Então leia esta surpresa.

Ensinaram-me, quando comecei a estudar ecologia que a esteva, ou xara como é conhecida em algumas regiões próximas da fronteira com a Espanha, era um indicativo da chegada à fase final da degradação de muitos dos nossos biotopos.

Com efeito, quando os sulcos sucessivos do arado, em busca da cama para o trigo, acabaram por deixar à superfície pouco mais do que a rocha-mãe, a qual ficou exposta à impiedosa soalheira ou aos invernosos frios arrancados do coração da Meseta, que ser vivo há, capaz de resistir a tais rigores? A esteva.

Que, a pouco e pouco, perserverante, com uma vontade inquebrável, nascendo às vezes nos intervalos das rochas, rasgando chão por entre as fendas dos xistos, consegue sobreviver. Depois instalar-se e, finalmente, cobrir encostas e encostas outrora deixadas nuas pelo abuso dos homens. E o aroma vigoroso do seu ládano passa a encher de Verão as noites quentes. E as magras folhas, cobertas de goma, resistindo ao calor do Sol, criam, a pouco e pouco, sombra. Onde nasce tojo, rosmaninho, pilriteiro, aqui e ali catapereiro, silvados e um conjunto sucessivo de arbustos onde os pássaros fazem ninho. Onde o coelho se furta das vistas de uma águia. Onde a perdiz refugia os perdigotos que escapam assim de morrer desidratados.

Onde o javali encontra refúgio e comida revolvendo o solo já formado em torno das raízes. Rico em insectos e larvas que a galinhola, escapada aos frios setentrionais, também não desconhece.

Quando o homem recomeça, um dia, a arrancar a esteva - e foi com ela que durante séculos aqueceu o forno do pão - dá-se conta que por entre aquele matagal, aparentemente monótono, vêm já irrompendo azinheiras e sobreiros, nascidos das landes e bolotas deixadas por algum gaio, ou pombo, ou outro qualquer dos recursos maravilhosos de que a natureza deitou mão.

Voltou o montado!

Voltaram os densos matos mediterrânicos e toda a riqueza faunística que os acompanha. E eis que então, com o despontar da Primavera, com o renascer do campo, aparece a serra coberta de um enorme manto branco. Flores de pétalas imaculadas umas, outras marcadas por um pequeno coração vermelho-sangue.

Flores que atraem as abelhas mas que também ajudam a cerva a dar mais leite à cria.

Flores que gerarão as cápsulas que irão ajudar a fazer do cervato o veado de amanhã. O senhor da serra e das várzeas, cujo berro da brama encherá os vales no Setembro próximo!

Da esteva, da modesta e pobre esteva, brotou toda a esperança...

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Rali Transibérico 2009

Determinada em consolidar o seu estatuto de única prova europeia incluída na Taça do Mundo FIA de Todo-o-Terreno, a Organização do Automóvel Clube de Portugal prepara nova alteração ao figurino do Rali Vodafone Transibérico em 2009, agora com a introdução de uma segunda etapa em Espanha, para um total de seis dias de competição.

Mantendo uma tendência que dura já desde 2004, quando abandonou o formato de "baja", a jornada do ACP tem vindo progressivamente a crescer, estendendo-se a Espanha em 2005 e, este ano, acrescentando mais um dia ao seu formato, para um total de cinco etapas e mais de 1400 km de percurso cronometrado. "Voltar atrás é que está fora de questão", garante José Megre, agora na qualidade de presidente da Comissão Organizadora da prova.
"Mesmo se este ano sofremos uma quebra acentuada no número de inscritos, perdendo a massa dos concorrentes portugueses, a tendência será sempre para crescer no número de dias, tal como tem vindo a suceder nos outros ralis que integram a Taça do Mundo, e também porque é essa a vontade dos principais construtores", justifica. "É evidente que isso poderá afastar ainda mais equipas nacionais, mas esse é um risco que o ACP vai ter de ponderar".
Mas se dúvidas ainda houvesse quanto ao caminho a seguir, Carlos Barbosa tratou de as dissipiar em absoluto: "No próximo ano, vamos acrescentar mais um dia de prova, quase de certeza em Espanha, até porque em Portugal não sobram já muitas alternativas por onde estender o percurso", revelou o presidente do ACP.
Marrocos pode esperar
Neste contexto, deverá ficar adiado por mais algum tempo o mais arrojado plano de alargar os limites desta prova ao continente africano, no seguimento dos contactos que Carlos Barbosa chegou a estabelecer com as autoridades marroquinas, nomeadamente com o rei Mohamed VI.
"É uma ideia que ainda não abandonámos, embora julgue que a prioridade seja consolidar o rali em Portugal e Espanha, reforçando o seu carácter ibérico, também porque nesta altura as equipas oficiais colocam ainda muitas reservas em deslocar-se a África".
Na realidade, o cenário mais provável é que, a existir um Transmediterrânico de futuro, este possa possa vir a ser lançado de raiz, como um rali independente, tal como preconiza José Megre.

Lisboa-Dakar em 2010 ou 2011..

Na expectativa de que o Dakar regressará em 2010 ou, o mais tardar, em 2011 ao continente africano, a realização do Pax Rally 2008 "surge da vontade de manter o elo com os nossos parceiros, nomeadamente a ASO", como reconheceu João Sachetti, director de Comunicação da João Lagos Sports, para quem "é importante que quando o Dakar regresse a África se possa recuperar a largada a partir de Lisboa".

Coincidência ou não, há quem garanta que os Jogos Santa Casa estarão actualmente a negociar com a ASO a possibilidade de manter o Euromilhões como "main sponsor" do Argentina-Chile 2009, isto na perspectiva do Dakar regressar a África e voltar a partir de Portugal.
A partida do Dakar já teve lugar em muitos locais distintos, entre França, Espanha, mas estes últimos anos em Portugal elevaram muito o significado da partida, pois muito mais do que inócuos prólogos, Lisboa foi sempre o ponto de partida para etapas duras, competitivas, excelentes aperitivos para um percurso com a entrada em África por Marrocos.

sábado, 7 de junho de 2008

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Baja 500 California



Por cá tem tendência a terminar, lá é como se vê!!!